Crime brutal em Maragogipe, jovem é sequestrado e encontrado morto em circunstâncias horríveis

Foto: Reprodução

Na madrugada do dia 1º de novembro de 2025, a tranquilidade da zona rural de Maragogipe foi abalada por um crime brutal que resultou na morte de Bruno dos Santos da Silva, de 25 anos. O jovem havia chegado à casa de seu pai na tarde anterior para visitar a família e pegar fraldas para seu bebê que está para nascer.

Por volta da 1h da manhã, cinco homens encapuzados e armados invadiram as residências do pai e do avô de Bruno, que estão localizadas em um sítio familiar. Durante cerca de duas horas, a família, incluindo o avô e duas irmãs de Bruno (uma delas grávida), foi mantida em cárcere, enquanto os criminosos reviravam as casas à procura de objetos de valor. A família relatou que não ouviram gritos ou disparos durante a invasão.

Ao amanhecer, a polícia foi acionada e, ao chegar ao local, encontrou o corpo de Bruno cerca de 300 metros distante da casa. O corpo estava sem a cabeça e apresentava diversas perfurações, além de sinais de degolação. A cabeça foi descoberta em um saco plástico a cerca de três quilômetros do corpo, embaixo de um poste, junto a uma ossada de boi.A investigação aponta para um possível acerto de contas ligado ao tráfico de drogas, uma vez que Bruno já havia sido mencionado em um crime de esquartejamento ocorrido na mesma região há cinco meses. A ausência de câmeras de segurança nas proximidades dificulta ainda mais o trabalho da polícia.

As testemunhas do crime, incluindo o avô e as irmãs de Bruno, estão colaborando com as autoridades, que já iniciaram a expedição de guias periciais e a remoção do corpo para o DPT/Ilha de Itaparica.

A comunidade está em choque com a brutalidade do crime e aguarda respostas das autoridades sobre a motivação e a captura dos responsáveis. A esposa de Bruno, Stefany, conhecida como “Teca”, reside no Povoado de Capanema e também está em luto pela perda trágica do marido.

A situação ressalta a necessidade urgente de medidas de segurança e proteção na zona rural, onde a violência tem se tornado cada vez mais comum.

Fonte: Plantão SILC

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